Os servidores municipais de São Mateus começaram nesta semana uma greve para cobrar melhores condições de trabalho, reajuste salarial e o cumprimento de direitos garantidos por lei, como o Piso Nacional do Magistério e o piso da enfermagem. A paralisação reúne profissionais da educação e de outros setores e tem como objetivo chamar a atenção da prefeitura e da população para as reivindicações da categoria.
Na manhã desta terça-feira, os servidores se concentraram em frente à sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserv) e seguiram em caminhada até a Prefeitura, onde realizaram um protesto pacífico. Em conversa com nossa equipe, a professora e presidenta do sindicato, Fabiane Santiago Arruda, destacou a força e organização do movimento: “Foi uma manhã muito bonita. Conseguimos mostrar à população nossas reivindicações de forma ordeira e transparente. Queremos apenas que a prefeitura cumpra a lei e valorize os servidores que dedicam suas vidas à cidade. Agradecemos muito o apoio da população. Nosso movimento continua firme, sempre disposto a lutar e com o diálogo aberto.”
Fabiane ainda explicou que, enquanto não houver uma proposta satisfatória da gestão municipal, os servidores permanecem mobilizados. Amanhã, será realizado um panfletaço no centro da cidade para reforçar as reivindicações e manter a população informada sobre a luta da categoria.
Entre os pedidos estão o reajuste de 10% para todos os servidores, implementação do piso nacional do magistério, pagamento do piso da enfermagem e outras demandas importantes para valorizar o trabalho público. “O município pode colocar fim à greve a qualquer momento, é só atender nossas reivindicações. Estamos dispostos ao diálogo, mas precisamos de respostas concretas”, disse Fabiane.
Do lado da administração, o secretário municipal de comunicação informou que a prefeitura se manifestará oficialmente amanhã pela manhã. O prefeito Marcus Batista, em conversa rápida com nossa equipe, ressaltou que “as portas estão abertas para o diálogo. Queremos encontrar uma solução que atenda os servidores, mas que também respeite a Lei de Responsabilidade Fiscal e o orçamento do município”.






























































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