Mais uma tragédia anunciada na saúde pública do Espírito Santo! A pequena Aylla, de apenas um ano, perdeu a vida após a família buscar atendimento por três dias seguidos no Hospital Roberto Silvares, em São Mateus.
Na quinta-feira, a criança começou a passar mal e foi levada ao hospital. A família recebeu a resposta de sempre: “Não é nada, pode voltar pra casa.” Mas Aylla piorou. Desesperados, os familiares a levaram de novo ao hospital, e, mais uma vez, ela foi liberada sem o devido atendimento. Somente na terceira tentativa é que perceberam a gravidade do caso: Aylla estava com pneumonia e com o pulmão completamente comprometido. Quando decidiram transferi-la para um hospital em Cachoeiro, já era tarde. A criança não resistiu e faleceu no caminho, em Ibiraçu.
O hospital ainda tentou acionar o helicóptero do governo do estado para a remoção, mas a resposta foi outra tragédia: “Não está disponível.”
Casagrande brinca com a saúde dos capixabas e loteia cargos com ex-prefeitos aliados
Enquanto famílias choram a perda de seus entes queridos, o governador Renato Casagrande está mais preocupado em garantir apoio político para a eleição de 2026 do que em cuidar da saúde do povo capixaba. Ele simplesmente trocou os técnicos da saúde por aliados políticos!
O cargo de chefe da Regional de Saúde foi entregue a Bruno Araújo, ex-prefeito de Pedro Canário, enquanto o comando do Hospital Roberto Silvares foi dado a André Fagundes, ex-prefeito de Nova Venécia. E sabe o pior? Fagundes já foi denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa, com um pedido de bloqueio de mais de R$ 8 milhões em bens!
Com a saúde nas mãos de políticos e não de profissionais qualificados, tragédias como a da pequena Aylla vão continuar acontecendo. Quantas vidas mais precisam ser perdidas para que a saúde pública seja levada a sério?
O outro lado
Nossa equipe tentou contato com a direção do Hospital Roberto Silvares e foi informada que o hospital não vai se pronunciar sobre o caso. Um funcionário que estava de plantão no dia, e pediu para não se identificar, afirmou que não houve negligência, e que se tratou apenas de uma fatalidade.






























































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