O prefeito Marcus Batista, conhecido como Marcus da Cozivip, volta ao centro das críticas por mais uma contratação sem licitação. Desta vez, a Prefeitura de São Mateus vai gastar quase R$ 5 milhões com serviços de distribuição de água por caminhões-pipa — tudo em meio a um cenário que muitos moradores consideram criado pela própria falta de gestão.
O contrato foi fechado sem concorrência pública, usando o Decreto de Emergência nº 18.193/2025, assinado pelo próprio prefeito em 8 de outubro. Curiosamente, o decreto veio dois dias antes de os caminhões começarem a circular pela cidade — mesmo eles estando disponíveis desde julho.
A justificativa da Prefeitura é a suposta “crise hídrica”, mas os fatos levantam dúvidas sérias:
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Se os caminhões estavam prontos desde 24 de julho, por que só começaram a trabalhar em 10 de outubro?
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Se havia risco de falta d’água, por que o prefeito demorou quase três meses para agir?
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E por que a solução veio na forma de contratos emergenciais milionários?
Fontes ligadas à Câmara Municipal afirmam que nenhum processo detalhado sobre os valores ou empresas envolvidas foi apresentado até agora.
O que se sabe é que parte do valor — quase R$ 5 milhões — foi direcionada a empresas contratadas diretamente, sem disputa ou transparência.
Enquanto isso, moradores de várias comunidades ainda reclamam da falta d’água e denunciam distribuição irregular dos caminhões, que parecem atender mais a critérios políticos do que a necessidade real das famílias.
O caso reacende o debate sobre a forma como Marcus da Cozivip vem conduzindo o dinheiro público: muito marketing, pouca transparência e nenhuma pressa para planejar.
E, mais uma vez, quem paga a conta é o povo de São Mateus.






























































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