A tradicional festa de São Mateus, que sempre foi um momento de alegria e união do povo, virou motivo de indignação. Isso porque o prefeito Marcus da Cozivip cobrou R$ 20 mil de cada ambulante pelo ponto dentro do evento.
Esse valor absurdo caiu direto no bolso da população. Hoje, quem vai curtir a festa encontra refrigerante a R$ 10, espetinho e cachorro-quente por R$ 25. Preços que não combinam em nada com uma festa popular e afastam muita gente que queria participar.
Os ambulantes, que sempre fizeram parte da tradição e sobrevivem do trabalho honesto, estão aflitos. Muitos precisaram se endividar para pagar o ponto e agora temem sair no prejuízo. “A gente só quer trabalhar, mas ficou impossível com esse valor que a prefeitura cobrou”, desabafou um ambulante, que preferiu não se identificar por medo de represálias.
Diante disso, surgiu o Movimento Popular em Apoio aos Ambulantes, pedindo que a população não os culpe pelos preços e, se possível, compre deles para ajudá-los a não quebrar. O movimento destaca que os vendedores não são vilões, mas vítimas de uma cobrança injusta que transformou a festa em um negócio lucrativo para a prefeitura.
No fim das contas, a festa que deveria ser do povo acabou se transformando em mais uma vitrine de exploração. A indignação cresce e o recado é claro: o povo não aceita pagar pela ganância do prefeito.






























































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